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Será que você tem CRENÇAS que impedem sua RECOLOCAÇÃO PROFISSIONAL?

Será que você tem CRENÇAS que impedem sua RECOLOCAÇÃO PROFISSIONAL?

Se você está buscando uma nova oportunidade no mercado de trabalho já deve ter lido diversas “dicas” na internet de como montar um currículo perfeito, onde procurar emprego, como utilizar o Linkedin, etc…

Ótimo! Tudo isso é muito importante para a sua recolocação profissional, mas o que muitos especialistas deixam passar despercebido é que antes de começar a se candidatar para vagas, você tem uma tarefa muito importante a cumprir: conhecer bem a si mesmo!

Grandes filósofos e pensadores da humanidade já falavam sobre autoconhecimento. Sócrates, por exemplo, disse “Conhece a ti mesmo e conhecerás o universo e os Deuses”.  Confúcio afirmou “Pobre daquele que não se conhece”. Muitos já haviam chamado a atenção para a importância de se conhecer, mesmo assim e infelizmente, muitas pessoas atravessam boa parte da vida sem passar por essa experiência tão esclarecedora.

O autoconhecimento é um processo que requer tempo e dedicação e vale citar que você pode, inclusive, contar com o apoio de um profissional especializado como o terapeuta ou coach, caso seu objetivo seja fazer uma imersão mais profunda sobre seu eu.

 

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Aqui neste artigo nosso objetivo é trazer o tema “crenças” e como elas podem estar limitando seu processo de recolocação profissional e para isso precisaremos fazer um breve exercício de autoconhecimento.

 

Primeiramente, O QUE SÃO CRENÇAS?

Crenças são verdades absolutas que regem a nossa vida, é a nossa percepção a respeito do mundo e de nós mesmo. Trata-se do nosso padrão de pensamentos, nossa visão de mundo. Nossas crenças são responsáveis pela forma como vamos agir e, consequentemente, pelos resultados que teremos.

 

Vejamos o exemplo de duas pessoas que têm como objetivo falar inglês fluentemente em dois anos. Elas começam a estudar ao mesmo tempo, no mesmo curso e com as mesmas pessoas. Vamos analisar como as crenças de cada uma delas determinaram os resultados de ambas:

Estudante A:

 Estudante B:

Nos exemplos acima fica claro que o que determina o sucesso ou insucesso em algo é aquilo em que acreditamos, ou seja, nossas crenças. Elas são responsáveis por toda a cadeia de processos que levam aos resultados. Nossas crenças podem nos impulsionar e nos dar a condição necessária para realizar algo, como visto no estudante A. Ou podem nos limitar e nos impedir de alcançar qualquer coisa como aconteceu com o estudante B.

 

E o que isso tem a ver com a sua busca de emprego?

Na maior parte das vezes as crenças são inconscientes, ou seja, não temos clareza de que elas existem e de como podem estar influenciando nossos comportamentos e resultados.

Esse é momento de fazer um exercício de autoconhecimento e reflexão para identificar se você possui algum padrão de pensamento sabotador que pode estar impedindo que você consiga seu próximo emprego. Vamos lá:

Esteja sozinho em um ambiente tranquilo que te permita se concentrar. Pegue uma folha de papel e uma caneta e, sem pressa, responda com absoluta sinceridade as seguintes perguntas:

  • Qual é meu objetivo profissional?
  • Porque ainda não consegui alcançar esse objetivo? (No mínimo 5 possíveis respostas)
  • Qual pensamento ruim me vem à mente quando penso no objetivo? (No mínimo 5 possíveis respostas)
  • Quais conflitos existem na minha mente quando penso nesse assunto? (No mínimo 5 possíveis respostas)
  • Numa escala de 0 a 10 quanto acho que, verdadeiramente, mereço alcançar esse objetivo? Por quê?

Veja essa situação: Depois de passar por um tratamento de câncer, Amélia foi demitida do seu emprego e a justificativa que recebeu da empresa foi que entendiam que o melhor para ela, naquele momento, era buscar uma atividade profissional menos estressante e que exigisse menor dedicação profissional até que ela se recuperasse por completo.

Amélia está desempregada há dois anos, participa de alguns processos seletivos, mas nunca é aprovada! Numa conversa com ela, perguntamos o que ela acredita que esteja acontecendo para não ter os resultados que deseja. Amélia falou da crise da economia e do alto índice de desemprego no país. Porém, num certo momento da conversa, quando nos aprofundamos um pouco mais, ela confessou acreditar que achava que não era chamada para nenhuma vaga porque todos a viam como uma pessoa de saúde frágil e que não era capaz de atender às demandas de nenhum trabalho.

Pois é, Amélia “acreditou” no que a empresa havia dito a ela, criando assim, uma crença negativa sobre si mesma. A verdade é que ela mesma passou a acreditar que não seria capaz de conquistar um próximo emprego e esse padrão de pensamento a fez se sabotar durante os processos seletivos pelos quais passou, impedindo de gerar os resultados que ela queria.

O primeiro passo para mudar uma crença é identifica-la. Quando sabemos da existência de uma crença, temos condições de lidar com nossa realidade de maneira melhor. O exercício dos questionamentos acima tem exatamente esse intuito: te ajudar a identificar eventuais crenças negativas que você tenha. Quando a crença é identificada, tudo fica menos difícil, é o momento de positivar a crença, ou seja, mudar o padrão de pensamento e acreditar nele seguindo-o e vivenciando-o de forma sincera. Quando Amélia percebeu isso, pôde mudar sua crença e conseguiu se recolocar em 40 dias!

Agora é o seu momento, faça o exercício e identifique suas crenças negativas, mude seu padrão de pensamento e siga adiante! Existe sim uma oportunidade no mercado de trabalho esperando por você.

Boa sorte!